Estudantes que participaram de pelo menos uma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2023 e 2025 já podem se inscrever no Sisu+ 2026, nova etapa complementar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (15) e seguem até sexta-feira (19).
A modalidade foi criada pelo Ministério da Educação (MEC) para ampliar as oportunidades de ingresso em instituições públicas de ensino superior no segundo semestre de 2026, utilizando vagas remanescentes de cursos participantes do processo seletivo.
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Nesta primeira edição, 34 universidades e institutos federais aderiram ao programa. A participação é gratuita, mas exclusiva para candidatos que participaram da edição regular do Sisu 2026 e se inscreveram em pelo menos um curso durante a seleção realizada no início do ano.
Durante o período de inscrição, os candidatos poderão escolher até duas opções de curso, independentemente das seleções feitas anteriormente. Também será possível alterar as opções quantas vezes desejar até o encerramento do prazo, além de atualizar informações socioeconômicas e modalidades de concorrência, quando necessário.
O sistema utilizará automaticamente a melhor nota obtida pelo candidato nas edições do Enem de 2023, 2024 ou 2025, considerando os pesos e critérios estabelecidos por cada instituição de ensino para o curso escolhido.
A divulgação da chamada regular está prevista para o dia 24 de junho. Na mesma data será aberto o prazo para manifestação de interesse na lista de espera, que seguirá até o dia 26 de junho. As matrículas dos candidatos aprovados na chamada regular começam a partir de 25 de junho, enquanto os convocados pela lista de espera poderão realizar matrícula a partir de 1º de julho.
Segundo o MEC, o Sisu+ foi desenvolvido para agilizar o preenchimento de vagas que normalmente ficam ociosas no segundo semestre, reduzindo custos para as instituições e facilitando o acesso dos estudantes às oportunidades em universidades e institutos públicos de todo o país.
A expectativa é que a nova ferramenta torne o processo mais eficiente, especialmente em cursos com maior índice de desistência ou vagas remanescentes, como licenciaturas, engenharias e outras áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento nacional.


